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Enquanto novos edifícios avançam na paisagem urbana de Maringá, muito do que acontece nos últimos meses de construção permanece invisível para o público. Entre o planejamento inicial e a entrega das chaves existe uma etapa decisiva, quando cada detalhe é revisado, testado e ajustado. É nesse período que o projeto realmente começa a ganhar forma.
Nos últimos meses, equipes de engenharia, arquitetura, interiores e construção concentram esforços em etapas técnicas que passam despercebidas fora do canteiro. Sistemas prediais são verificados, acabamentos conferidos, e espaços como lounges, áreas gourmet e academias entram na fase de montagem e ajustes finais. É também nesse momento que entram em cena diferenciais menos visíveis, como soluções de automação, desempenho acústico, escolha de materiais e execução artesanal de elementos que impactam diretamente a experiência do morador. O paisagismo também começa a ganhar vida, conectando os ambientes internos ao exterior de forma harmônica.
É nessa fase que conceitos e projetos se transformam em realidade, e que a experiência planejada para os futuros moradores começa a se materializar, mesmo antes de a primeira pessoa ocupar o prédio.
Novo skyline da cidade
Um exemplo desse processo pode ser visto no Solaia Exclusive Residences, primeiro empreendimento da Embraed em Maringá. Localizado na Avenida JK, em frente ao Parque do Ingá, o edifício terá uma torre de 138 metros de altura e 64 unidades residenciais, contribuindo para o novo desenho vertical da cidade.
Com apartamentos que variam de cerca de 300 m² a penthouses superiores a 570 m², o projeto arquitetônico, assinado pelo arquiteto curitibano Flávio Schiavon, aposta em linhas contemporâneas, amplas aberturas em vidro e plantas flexíveis que integram os ambientes internos à paisagem urbana.
Nos meses que antecedem a entrega, áreas de lazer de aproximadamente 4.600 m² entram na fase final de implantação, incluindo piscina externa com borda infinita, fitness center, saunas e espaços de convivência. Entre os diferenciais está também uma quadra de beach tennis assinada pelo tenista Gustavo Kuerten. O paisagismo, desenvolvido por Jordi Castan, incorpora cerca de 4 mil m² de áreas verdes com espécies tropicais e nativas, além de horta e pomar.
Nos bastidores dessa fase final, parte dos diferenciais do projeto começa a se revelar. As portas de madeira, por exemplo, são produzidas de forma artesanal pela própria Embraed, no seu Centro de Produção de acabamentos próprio, reforçando o padrão e a exclusividade do empreendimento. Já os caixilhos de alumínio são projetados para garantir alto desempenho acústico, contribuindo para o conforto dos ambientes internos.
Outro aspecto pouco visível, mas essencial, é o sistema de automação do edifício. A estrutura integra desde recursos de conforto, como iluminação, climatização, áudio e persianas, até sistemas operacionais e de segurança, com controle centralizado e monitoramento em tempo real. A tecnologia inclui ainda telemetria para gestão de consumo das unidades, ampliando a eficiência e a transparência no uso de recursos.
Na etapa final, a iluminação também assume papel estratégico, valorizando volumes, texturas e caminhos, além de reforçar a identidade arquitetônica do edifício — da fachada à logomarca — com soluções que ampliam sua presença na paisagem urbana, especialmente no período noturno.
Segundo Germano Kiefer Peres, engenheiro da Embraed, a fase final da obra é determinante para transformar o projeto em experiência real de moradia. “Os últimos meses de uma obra concentram uma série de revisões técnicas e ajustes que garantem que tudo funcione como planejado. Mas é também quando entram em cena elementos que muitas vezes não são percebidos de imediato, como desempenho acústico, automação e qualidade dos acabamentos, e que fazem toda a diferença na experiência de quem vai viver ali”, afirma.
“À medida que a obra avança para a entrega, o edifício começa a revelar sua identidade completa, desde a fachada até as áreas de convivência, antecipando não apenas a chegada dos moradores, mas também a transformação do skyline da cidade”, detalha Germano.
É nessa fase que conceitos e projetos se transformam em realidade, e que a experiência planejada para os futuros moradores começa a se materializar, mesmo antes de a primeira pessoa ocupar o prédio.
Novo skyline da cidade
Um exemplo desse processo pode ser visto no Solaia Exclusive Residences, primeiro empreendimento da Embraed em Maringá. Localizado na Avenida JK, em frente ao Parque do Ingá, o edifício terá uma torre de 138 metros de altura e 64 unidades residenciais, contribuindo para o novo desenho vertical da cidade.
Com apartamentos que variam de cerca de 300 m² a penthouses superiores a 570 m², o projeto arquitetônico, assinado pelo arquiteto curitibano Flávio Schiavon, aposta em linhas contemporâneas, amplas aberturas em vidro e plantas flexíveis que integram os ambientes internos à paisagem urbana.
Nos meses que antecedem a entrega, áreas de lazer de aproximadamente 4.600 m² entram na fase final de implantação, incluindo piscina externa com borda infinita, fitness center, saunas e espaços de convivência. Entre os diferenciais está também uma quadra de beach tennis assinada pelo tenista Gustavo Kuerten. O paisagismo, desenvolvido por Jordi Castan, incorpora cerca de 4 mil m² de áreas verdes com espécies tropicais e nativas, além de horta e pomar.
Nos bastidores dessa fase final, parte dos diferenciais do projeto começa a se revelar. As portas de madeira, por exemplo, são produzidas de forma artesanal pela própria Embraed, no seu Centro de Produção de acabamentos próprio, reforçando o padrão e a exclusividade do empreendimento. Já os caixilhos de alumínio são projetados para garantir alto desempenho acústico, contribuindo para o conforto dos ambientes internos.
Outro aspecto pouco visível, mas essencial, é o sistema de automação do edifício. A estrutura integra desde recursos de conforto, como iluminação, climatização, áudio e persianas, até sistemas operacionais e de segurança, com controle centralizado e monitoramento em tempo real. A tecnologia inclui ainda telemetria para gestão de consumo das unidades, ampliando a eficiência e a transparência no uso de recursos.
Na etapa final, a iluminação também assume papel estratégico, valorizando volumes, texturas e caminhos, além de reforçar a identidade arquitetônica do edifício — da fachada à logomarca — com soluções que ampliam sua presença na paisagem urbana, especialmente no período noturno.
Segundo Germano Kiefer Peres, engenheiro da Embraed, a fase final da obra é determinante para transformar o projeto em experiência real de moradia. “Os últimos meses de uma obra concentram uma série de revisões técnicas e ajustes que garantem que tudo funcione como planejado. Mas é também quando entram em cena elementos que muitas vezes não são percebidos de imediato, como desempenho acústico, automação e qualidade dos acabamentos, e que fazem toda a diferença na experiência de quem vai viver ali”, afirma.
“À medida que a obra avança para a entrega, o edifício começa a revelar sua identidade completa, desde a fachada até as áreas de convivência, antecipando não apenas a chegada dos moradores, mas também a transformação do skyline da cidade”, detalha Germano.
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